Filho de Sarney consegue ordem judicial de censura
Notícia do jornal Zero Hora:
A PEDIDO DOS SARNEY
Proibidas notícias sobre escândalo
Decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal censura reportagens sobre investigação de filho do senador pela PF
Uma decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, proibiu ontem o jornal O Estado de S.Paulo e o Portal Estadão de publicar reportagens que contenham informações sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal (PF). Diante da decisão, proferida a pedido do empresário e indiciado na operação Fernando Sarney, o jornal se declarou sob censura e anunciou que recorrerá da medida. A Operação Boi Barrica investiga desde suspeitas de lavagem de dinheiro até irregularidades nas obras da Ferrovia Norte-Sul e crimes eleitorais.
Fernando é filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).A decisão determina que a empresa jornalística não publique mais informações sobre a investigação da Polícia Federal e proíbe outros veículos de comunicação – emissoras de rádio e TV, além de jornais de todo o país – de utilizar ou citar material de O Estado de S.Paulo.
Em caso de descumprimento, Vieira determinou aplicação de multa de R$ 150 mil por “cada ato de violação do presente comando judicial” – ou seja, para cada reportagem publicada. O pedido inicial de Fernando Sarney era de que fosse aplicada multa de R$ 300 mil.
O portal Estadão publica uma foto de Sarney com o desembargador Vieira:
O desembargador Vieira é o mais à esquerda de Sarney. O da ponta da direita é o próprio, Renan Calheiros, o que comanda a tropa de choque pró-Sarney.


uma vergonhosa palhaçada…
Olha, mesmo não sendo pró-Sarney(s), eu tenho que sair em defesa do(s) mesmo(s). Não há problema algum em serem amigos ou conhecidos, já que, o que tem de mais em fotos tiradas em festas. E baseado nos nossos princípios democráticos e de justiça, que estão na constituição e no código penal. Então nada mais certo que impedir que a investigação ainda não “julgado”, vaze, o que pode causar, e causou um julgamento precipitado por parte da população, onde estará errado em diversas partes, por motivos bem claros, como a imparcialidade da mídia, falta de conhecimento de direito e de “moral” por parte da população, e também porque pouquíssimos elementos foram divulgadas. Tá na cara que isso é armação das organizações “planeta” para abalar de certa forma a imagem do Lula, e do governo. Com tanta gente pior por aí, estão fazendo um marketing tremendo para um caso bobo como o do Sarney.
Concordo plenamente com você, Daniel, mas conhecendo o fisiologismo que impera nas relações políticas deste país, sobretudo quando se trata de coroneis como Sarney em Brasília, nada deve ser encarado como “por acaso”. Essa gente não dá ponto sem nó.
O fisiologismo(troca de favores) quando bem moderado, é benéfico, e uma parte de sua parte ruim já é proibida por lei, e como não há expectativa alguma do fisiologismo ser proibido, como também não acho que seja o ideal. E como julgar moralmente caso por caso, não é mais uma opção, já que a “mídia” que também não dá ponto sem nó, fica publicando matérias imparciais, a seu favor claro. A única opção que nos resta é tratarmos para que nossa legislação evolua e paralelamente, lutarmos contra essa “mídia”. O que felizmente, é o que estamos fazendo, espero.
Para contrabalançar o furor udenista de Rodrigo Veleda, o blogueiro fascista que milita no PFL e se infiltrou entre os esquerdistas do trezentos, vale uma saudável leitura do blog de Luiz Nassif -aquele que foi difamado por um blog anônimo do também pefelista Gravataí Merengue:
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/01/o-heroismo-com-o-pescoco-alheio/
1/08/2009 – 09:10
O “heroísmo” do passado que não volta
O marketing do Estadão bateu no ápice. Matéria do jornal compara a reação à sentença do Juiz (proibindo divulgação de inquéritos sigilosos) com a posição de Júlio Mesquita Filho em 1968, em pleno Ato Institucional número 5, contra censura imposta pela ditadura militar.
Menos, pessoal, menos.
Ricardo Gandour não é Júlio Mesquita Filho; o Estadão não é mais Mesquita (a não ser na página de editoriais) e a mídia hoje não é a oprimida, mas o poder de fato. A única coisa em comum entre os dois momentos foi o veto à publicação de assuntos. Mas o que era heroísmo em 1968 virou prepotência em 2009.
Com sua capacidade de fuzilar quem quiser – até desembargadores que ousem enfrentá-la – a mídia é o poder de fato, a ameaça, não a ameaçada.
Temos que democratizar a mídia e não controlar a mídia. Precisamos de excesso de informação e não de barreira a informação. Hoje somos muito mal informados por um grupo limitado de empresas de notícias, e o que precisamos diversificação dos meios e não de censura nos que existem. Que alguns falem do Sarney e que outros falem do Virgilio também. Que os processos sejam abertos sem segredo de justiça (são políticos e devem se explicar toda hora que for preciso).
O esta ocorrendo é censura, e não é aceitável (não ser igual 1968, não torna tolerável). Por outro lado, é igualmente censura também o fato duas empresas jornalisticas influentes em São Paulo com posições ideológicas parecidas.
Censura não democratiza (isso seria uma novílingua). O que espero é que a multiplicação de produtores de informação nas novas mídias (multiprogramação e multi-canais), experiências como o “trezentos”, possa acabar com os 2 tipos de censura: A censura do monopólio da informação e a censura decretada pelo braço institucional de uma parte da oligarquia acompanha quem esteja no poder. As duas censuras estão se enfrentando e eu não gosto de nenhuma delas.
Uma verdadeira bagunça.
Hoje fui a Brasília participar de uma festa no Ministério dos Esporte até grampeei meus ouvidos para não escutar a conversa dos políticos da Bahia, tinha vários, vampiros e fantasmas animando a festa, a fome era zero anaconda grelhada , gafanhotos no espeto, sanguessugas ensopada e frango assado de Roraima, a festa era tão chique que serviram vinho, champagne, licor e whisky em copos de cristais, contrataram até um palhaço com dolares na cueca, logo começou a chegar os convidados ilustres, Waldomiro convidando todo mundo a jogar bingo, Marinho distribuindo brindes dos correios, executivos de Bancos, militantes, Roriz cantando aquarela brasileira e Valerio fumando charuto cubano, a farra era tão grande que os aposentados jogava domino, em cima do carro de Pereira, sem contar que todo mundo que chegava recebia uma cartilha e um cache chamado de mensalão, Renan tomou um xeque mate do caseiro, passou mal e foi levado ao hospital pela ambulância super faturada, no final da festa todo mundo se jogou na piscina, mais a agua era funda, com tantos escândalos, a muito tempo me pergunto aonde foram parar os caras pintadas, talvez estejam em Rondônia protestando contra a usina hidrelétrica do Rio Madeira.
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Sarney ensina a preparar pizza de liquidificador no senado.
Ingredientes:
1 copo de leite retirado das tetas do governo
1 copo e meio de atos secretos
1 ovo de pascoa recheado com nominações
meia colher de chá de auxilio moradia
2 colheres de sopa de aliados políticos
2 colheres de sopa de vergonha na cara
Modo de preparar:
Bata todos os aliados políticos com o leite retirado das tetas do governo no liquidificador e deixe descansar por meia hora.
Untar a forma com nomeações e polvilhar com atos secretos.
Despeje a massa e coloque fatias de falta de vergonha e falta de ética.
Fazer um molho a parte com auxilio moradia e despejar em cima.
Assar em forno brando por uns 13 minutos.
Peterson Correa Pimentel
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Começou o spam!
“Criticar não é uma de censurar!” — Eu mesmo