Trezentos

O início de uma multidão

Será que aguenta?

Você sabia que um chip consome 400 vezes o seu peso em água, minerais e produtos químicos para ser produzido? Só para ter uma comparação, um carro consome apenas o dobro de seu peso. E que todos os anos o lixo informático soma 50 milhões de toneladas de resíduos altamente tóxicos e poluentes? Será que o planeta aguenta a inclusão digital?

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6 comentários para “Será que aguenta?”

  1.   Roney Belhassof disse:

    Por outro lado é bem capaz que um carro tenha mais chips do que qq computador e além disso 400X algumas gramas ainda é bem menos do que 2X o peso de um carro.

    Seria interssante ver uns cálculos sobre isso.

    Uma saída é realizar a inclusão digital como está sendo feita no Brasil: em Lanhouses que extraem até o último suspiro das suas máquinas.

  2.   Anônimo disse:

    referências?

  3.   Ismael disse:

    Uma dica sempre válida é trocar de computador somente quando é realmente necessário.

    Tem empresa que troca centenas de terminais só porque um certo fornecedor de Redmond diz que precisa trocar.

    Com conhecimento e estudo, é possível reutilizar sistemas. Nos casos mais radicais, mesmo alguns micros “jurássicos” podem ser usados como terminais burros. Ou a tal cloud computing que virou moda.

    Por essas e outras sempre é bom ouvir mais de uma opinião.

  4.   Henrique Parra disse:

    Um interessante ensaio fotografico rastreando os caminhos do lixo eletronico

    http://www.greenpeace.org/international/photosvideos/greenpeace-photo-essays/following-the-e-waste-trail

  5.   Edilson disse:

    Pois é.
    Ao meu ver, as máquinas portadoras de chip (incluo aqui celulares e até partes do carro, como o módulo de controle) em geral deveriam ser pensadas também em relação ao seu impacto ambiental. Durante todo o ciclo de vida do produto, elas mostram problemas: são altamente intensivas em matérias primas e energia na produção, apresentam desgaste relativamente rápido (que computador hoje sobrevive mais que cinco anos? – compare com a sobrevida dos carros), são produzidas em quantidades assombrosas e produzem um lixo de difícil descarte. Além disso, há dados (desculpem-me mas não vou ficar citando “referências” – o Google faz isso melhor que eu) que falam sobre o consumo de enegia elétrica dos data-centers (conta-se não apenas as grandes máquinas em si, mas a quantidade de refrigeração que é necessária para mantê-las funcionando), de maneira que cada segundo de conexão, cada busca no google e cada mensagem no Twitter impliquem um gasto energético. Sozinho não é nada, mas multiplique-se esse gasto por alguns milhões de usuários (e a sociedade da informação exige mais, cada vez mais usuários) e veremos o custo ambiental da informatização do cotidiano.
    Mesmo os centro de acesso coletivo podem significar apenas a porta de entrada para o desejo de um PC que seja realmente um PERSONAL COMPUTER (que é o horizonte de consumo para quem ingressa no maravilhoso mundo da informatização).
    E comparar o dano ambiental de um carro ao dano ambiental de um computador é o mesmo que comparar diabos e capetas. É procurar saber quem vai acabar com tudo primeiro.
    Na verdade, isso faz pouca diferença porque já estamos ferrados mesmo. Computadores para o povo.
    Edilson

  6.   Genio disse:

    algumas gramas??
    que eu saiba, 70% do corpo humano é agua.
    você é o que?
    tá me zuando né???
    16.800 kg de água pra alguém com 60kg
    é mais fácil um ser humano se tornar deus utilizando apenas água(muito fácil, nem tem graça)
    do que o planeta aguentar tudo isso…
    ainda bem que é o planeta água, né??
    o fato de ter sal na agua do mar e você nojinho de beber ela não representa porcaria alguma!!!
    ¬¬

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