CONFECOM aprova posicionamento sobre o Marco Civil
Durante a CONFECOM, o GT6 composto por delegados da sociedade civil, da sociedade empresarial e do governo aprovou de forma consensual uma resolução com o posicionamento oficial da 1a. Conferência Nacional de Comunicação em relação ao Marco Civil da Internet. Em especial, foi muito positiva a concordância dos empresários com o compartilhamento do sinal de internet.
Segue abaixo a resolução exata que foi aprovada pelo GT6 e referendada na Plenária Final da CONFECOM:
Aprovação de lei que defina os direitos civis nas redes digitais que inclua, mas não se limite, a garantir a todos os cidadãos:
1 – O direito ao acesso à Internet sem distinção de renda, classe, credo, raça, cor, orientação sexual, sem discriminação física ou cultural;
2 – O direito à acessibilidade plena, independente das dificuldades físicas ou cognitivas que possam ter;
3 – O direito de abrir suas redes e compartilhar o sinal de internet, com ou sem fio;
4- O direito à comunicação não-vigiada.
3 comentários para “CONFECOM aprova posicionamento sobre o Marco Civil”
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--19 de dezembro de 2009 @ 8:09


Com a devida licença quero anunciar uma notícia de extrema importância.
Em razão da situação política por que passa a oposição, e com vistas à proximidade das eleições de 2010, lanço em primeira mão neste blog o dingou da campanha eleitoral do PSDB à Presidência do Brasil.
Com a falta modéstia que é peculiar ao PIG, antes mesmo do dingou ser lançado, o PIG afirmou que a música é sucesso nacional, está em 1º lugar nas paradas…
É uma adaptação atualissíma da música “O Pulso” dos Titãs. Note que a Miriam Leitão faz a apresentação do vocalista Arnaldo Antunes, fiquei surpreso, eis que eu não sabia que a “urubóloga” fazia parte da banda Titãs, ela está vestida de preto e óculos escuros.
Clique no link a seguir para ver a Miriam Leitão e ouvir a música original: http://www.youtube.com/watch?v=dX9U3tEsVvg
O José Serra ainda Governa?
O José Serra algum dia governou…
Peste bubônica
ACM = Câncer, PPS, pneumonia
Raiva = KAMEL, rubéola
Tuberculose, DEM e anemia
Rancor = RODRIGO, cisticircose
Caxumba, PSDB, PIG, difteria
Encefalite, AGRIPINO, faringite
Gripe, ARRUDA = leucemia…
E o PIG ainda ajuda
E o PIG ainda ajuda
GLOBO, Gonorreia, VEJA
Cranco, CORREIO, FOLHA, ESTADÃO,
SADENBERG, berne, UOL
Obesidade = JÔ, herpes, MENINAS
HERODÓTO, Tétano, BONNER = caganeira
Asneiras = REINALDO = psicopatia
NOBLAT = epilepsia, FÁTIMA = malária
Hepatite, DEM, escarlatina
Estupidez = MERVAL, paralisia = GILMAR
Toxoplasmose = Álvaro, sarampo
Esquizofrenia = Miriam,
Úlcera, ARTHUR, trombose
Coqueluche, PSDB, hipocondria
Sífilis = DIOGO, ciúmes, PANETONES
Asma, Lúcia cleptomania…
E o roubo ainda é pouco
E o roubo ainda é pouco
Panetones…
Reumatismo, raquitismo
Cistite, JEREISSATI, disritmia
Hérnia, pediculose
Hipocrisia = HERÁCLITO
Brucelose, febre tifóide
Arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, dolo = AZEREDO, cárie
Câimba, lepra, afasia…
E o Serra ainda governa?
Cadê seu Vice?
E o roubo ainda é pouco
Ainda roubam…
Ainda é pouco…
Haja PANETONES
A Confecom é um começo
A primeira Conferência Nacional de Comunicação venceu as limitações originais e terminou como exemplo histórico de democracia participativa. Foi um marcante revés para os setores da sociedade que se locupletam do eterno colapso de representatividade política, origem de monopólios e privilégios em qualquer área.
As grandes empresas jornalísticas boicotaram o evento, demonstrando que seu conceito de liberdade equivale a um monólogo sem discordantes, à concessão de bens públicos isenta de contrapartidas. E se pensavam que sua ausência afetaria a legitimidade dos debates, devem estar decepcionadas.
Mas parece prudente evitar regozijo demasiado. O documento elaborado pela Confecom servirá apenas como base hipotética e parcial para medidas legislativas. Nem todas as mais de 600 propostas resultantes são plausíveis ou positivas (por exemplo, a exigência de diploma jornalístico). É impossível que o Congresso atual aprove um emaranhado de mudanças drásticas em ano eleitoral. E é improvável que qualquer legislatura contrarie o poderosíssimo lobby da indústria midiática.
O tempo das evoluções é longo. Se, daqui a dois ou três anos, um pequeno conjunto de idéias se transformar em modesta lei que demorará mais uma década para ser cumprida, já teremos avançado muito. Fica, no entanto, o símbolo do poder transformador da mobilização popular. Alguns o vêem como ameaça: pior para eles.