Trezentos

O início de uma multidão

Sou um hacker e me orgulho muito disso !

Sou um hacker, pois “modifiquei” o mundo ao meu redor desde que me conheço por gente.

Tudo começou com o meu nome, que é uma junção das primeiras sílabas do nome do meu pai, e que alguns meses após meu nascimento, só servia para me chamar a atenção quando eu fazia alguma coisa errada (me reservo o direito de não divulgar aqui meu apelido, que ganhei muito antes do meu primeiro ano de vida e que me acompanha até hoje no meu círculo familiar). Se meu nome já foi fruto de um Hack, que escolha eu teria ?

Me lembro de ter tido alguns problemas “sociais” durante toda a minha infância, e eles pioraram quando eu hackeei o sistema educacional medieval presente e aprendi a ler e escrever sozinho dois anos antes de qualquer colega de escola.

Depois de muita repressão ignorante do sistema naquela época (e muito incentivo da minha família), acabei descobrindo que poderia me expressar de outras formas na sociedade e que não tinha necessariamente que seguir o “script” social que alguém havia designado para mim.

Tudo mudou de verdade quando minha paixão pela música me levou aos 9 anos a hackear minha própria bateria, montando uma bateria com caixas de uva (destas que sobram no fim da feira) e usando baquetas hackeadas de pedaços de antena de TV quebrada, resolvi ser baterista. Um primo meu viu uma de minhas performances e avisou a meus pais que eu era um baterista nato e que estudando ou não, eu o seria por toda a vida… fui parar num conservatório musical.

Na mesma época, demonstrei á minha família uma vontade maluca de falar inglês e por isso, acabei sendo premiado pelo meu pai com a oportunidade de estudar o idioma bretão (me lembro até hoje que chorei de alegria no dia em que ele me matriculou no curso de inglês)… Acabei Hackeando o curso todo e aos 13 anos de idade me vi obrigado a fazer duas vezes um certo módulo pois eu era “no mínimo 3 anos mais novo do que qualquer outro aluno da turma”… desisti do curso em terminei meu aprendizado na vida.

No conservatório, aprendi até o limite onde um aluno pode aprender e fui ás aulas até o dia em que meu professor, prá lá de hacker, me avisou que “tudo o que ele poderia me ensinar ele já havia ensinado e que o resto, a noite me ensinaria”… com 13 anos isso soava quase como uma profecia de Nostradamus, mas hoje eu sei que ele tinha razão.

Também aos 11 anos, ganhei meu primeiro computador, um PC nacional comprado a muito custo pelo meu pai para ajudar a um amigo que estava em dificuldade financeira e se desfazia dos ativos de sua empresa… Hackear ganhou um novo sentido na minha vida (aliás, que saudade do “PC Tools”).

Aos 15 anos, tive um problema de saúde e veio o hack mais difícil da minha vida: Tive um “problema no cérebro” e minha única chance de sobrevivência era uma cirurgia… até que esta fosse realizada, tive que passar meses convivendo com a hipótese de que o problema poderia ser qualquer coisa, e mesmo depois de algumas semanas de internação e muita quimioterapia (ou o nome que davam a isso na época), ninguém sabia do que se tratava.

Me lembro de ter entrado na sala de cirurgia, careca, sozinho com lágrimas nos olhos e com uma gigantesca e gélida sensação de que “de agora em diante estou sozinho”… confesso que jurei para mim mesmo naquele momento que Deus não existia, mas no final da história, eu acabei acordando…

… em uma UTI, amarrado, com um tubo enfiado na minha garganta (que doía bastante), com alguma coisa nos meus olhos que não me permitiam enxergar direito o que havia na minha frente, mas ainda assim consegui identificar o meu pai, chorando desesperado, entendendo que eu estava sofrendo com uma dor imensa, e tentando me desamarrar daquela cama onde ele havia me encontrado… passei ali a pior noite da minha vida e confesso que não sei como não enlouqueci depois daquilo tudo… quando sai dali, me sentia um herói: Hackeei a morte (mas sei que ela vai tentar de novo e vai acabar ganhando).

Superei tudo isso e continuei hackeando… o colégio técnico em eletrônica, o vestibular e finalmente os anos intermináveis da faculdade de engenharia (e quem fez FEI aí sabe bem do que estou falando)…

Não tive “sucesso” como músico, pois minha banda fazia sucesso em nossa cidade na época em que o Jabá já havia se estabelecido e mesmo assim, chegamos a negociar nosso trabalho com uma gravadora multinacional (graças a Deus não deu certo, pois eu me odiaria ser mais um rendido que tinha enchido de dinheiro os bolsos das gravadoras, não passando de um “Hit dos anos 90” na cabeça das pessoas).

No último ano da faculdade, durante um debate em uma aula de sistemas operacionais, acabei abrindo a boca e falando que “meu sonho era um dia poder contribuir em uma norma internacional de TI”… É claro que virei motivo de piada de toda a turma (incluindo o professor, que incentivava os demais), mas naquela época eu já tinha recebido o apelido de Homembit por conta dos meus feitos na área de eletrônica digital… Hackeei mais esta limitação há pouco tempo, quando me tornei o responsável pela adoção do ODF como norma brasileira e ainda me tornei membro ativo do OASIS ODF TC (comitê internacional que desenvolve o ODF), sendo agora co-autor da nova versão do ODF (ODF 1.2).

Passei muitos anos preso ao sistema e ás limitações técnicas que sempre foram impostas aos desenvolvedores e profissionais de tecnologia no Brasil, mas há alguns anos, conheci o mundo do Software Livre e de novo, hackeei o sistema imposto.

Trabalhei com a Internet desde que ela chegou ao nosso país, e sempre me senti mais do que obrigado a “dar um passo além”, hackeando a mesmice e o conformismo que sempre nos fez ficar de cabeça baixa em nosso tradicional papel de colonizados (digitais ou não)…

Há alguns anos, tive as oportunidades com as quais sonhei a vida toda, e só Deus sabe quanto trabalhei e ainda trabalho para poder hackear todas as limitações que me foram (e ainda são) impostas. Consegui contribuir para que o ODF fosse realidade no Brasil e na América Latina e para isso, tive até que hackear corações e mentes (que hoje são meus grandes aliados e me ajudam a continuar hackeando mais corações e mentes nesta caminhada). Me sinto muito feliz por ter feito tudo isso.

Quando ainda era criança, li “O Pequeno Príncipe” e nunca me esqueço do “És responsável pelo que cativas”, e penso que hoje poderia hoje ser melhor traduzido como “És responsável pelo que hackeias”…

Como muitos que conheço, depois de ter passado por tudo isso e vivido mais de 35 anos hackeando tudo e todos, sou obrigado a ver hoje um monte de gente (e organizações) mal intencionadas gastarem milhões de dólares num esforço mundial para alertar a todo o mundo que “Hackers são do mal” !

Akenathon hackeou o politeísmo propondo o monoteísmo, Galileu hackeou a teoria predominante de que a Terra era o centro do Universo mostrando o papel do Sol em nosso sistema, o Marquês de Sade hackeou a sexualidade na comunicação, Charles Darwin hackeou a teoria da evolução da humanidade, os Inconfidentes Mineiros hackearam o império português, Zumbi dos Palmares hackeou a escravidão no Brasil, Einstein hackeou Sir Isaac Newton, Vinton Cerf (e centenas de outros) hackearam o mundo das telecomunicações criando a Internet e Tim Berners Lee (e milhares de outros) hackearam a Internet criando a Web e Richard Stallman (e milhões de outros) hackearam o mundo do software criando o que temos, usamos e dependemos (gostando ou não) hoje !

(malditos hackers que construíram e moldaram o mundo em que vivemos… para não citar inúmeros outros exemplos)

Sim… Sou um Hacker, me orgulho muito disso e me ofendo muito quando vejo a mídia usar o que sou para identificar os CRACKERS, que sempre trabalharam contra tudo o que defendo e acredito.

Sinto esta raiva aumentar ainda mais, quando vejo estes mesmos CRACKERS vestindo terno e gravata, ocupando tribunas de senados no mundo todo, lutando contra o compartilhamento, a difusão do conhecimento e a criação de um novo paradigma social.

Sou um hacker, pois “modifiquei” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker) o mundo ao meu redor desde que me conheço por gente.

Tudo começou com o meu nome, que é uma junção das primeiras sílabas do nome do meu pai, e que alguns meses após meu nascimento, só servia para me chamar a atenção quando eu fazia alguma coisa errada (me reservo o direito de não divulgar aqui meu apelido, que ganhei muito antes do meu primeiro ano de vida e que me acompanha até hoje no meu círculo familiar). Se meu nome já foi fruto de um Hack, que escolha eu teria ?

Me lembro de ter tido alguns problemas “sociais” durante toda a minha infância, e eles pioraram quando eu hackeei o sistema educacional medieval presente e aprendi a ler e escrever sozinho dois anos antes de qualquer colega de escola.

Depois de muita repressão ignorante do sistema naquela época (e muito incentivo da minha família), acabei descobrindo que poderia me expressar de outras formas na sociedade e que não tinha necessariamente que seguir o “script” social que alguém havia designado para mim.

Tudo mudou de verdade quando minha paixão pela música me levou aos 9 a hackear minha própria bateria, montando uma bateria com caixas de uva (destas que sobram no fim da feira) e usando baquetas hackeadas de pedaços de antena de TV quebrada, resolvi ser baterista. Um primo meu viu uma de minhas performances e avisou a meus pais que eu era um baterista nato e que estudando ou não, eu o seria por toda a vida… fui parar num conservatório musical.

Na mesma época, demonstrei á minha família uma vontade maluca de falar inglês e por isso, acabei sendo premiado pelo meu pai com a oportunidade de estudar o idioma bretão (me lembro até hoje que chorei de alegria no dia em que ele me matriculou no curso de inglês)… Acabei Hackeando o curso todo e aos 13 anos de idade me vi obrigado a fazer duas vezes um certo módulo pois eu era “no mínimo 3 anos mais novo do que qualquer outro aluno da turma”… desisti do curso em terminei meu aprendizado na vida.

No conservatório, aprendi até o limite onde um aluno pode aprender e fui ás aulas até o dia em que meu professor, prá lá de hacker, me avisou que “tudo o que ele poderia me ensinar ele já havia ensinado e que o resto, a noite me ensinaria”… com 13 anos isso soava quase como uma profecia de Nostradamus, mas hoje eu sei que ele tinha razão.

Aos 15 anos, tive um problema de saúde e veio o hack mais difícil da minha vida: Tive um “problema no cérebro” e minha única chance de sobrevivência era uma cirurgia… até que esta fosse realizada, tive que passar meses convivendo com a hipótese de que o problema poderia ser qualquer coisa, e mesmo depois de algumas semanas de internação e muita quimioterapia (ou o nome que davam a isso na época), ninguém sabia do que se tratava.

Me lembro de ter entrado na sala de cirurgia, careca, sozinho com lágrimas nos olhos e com uma gigantesca e gélida sensação de que “de agora em diante estou sozinho”… confesso que jurei para mim mesmo naquele momento que Deus não existia, mas no final da história, eu acabei acordando…

… em uma UTI, amarrado, com um tubo enfiado na minha garganta (que doía bastante), com alguma coisa nos meus olhos que não me permitiam enxergar direito o que havia na minha frente, mas ainda assim consegui identificar o meu pai, chorando desesperado, entendendo que eu estava sofrendo com uma dor imensa, e tentando me desamarrar daquela cama onde ele havia me encontrado… passei ali a pior noite da minha vida e confesso que não sei como não enlouqueci depois daquilo tudo… quando sai dali, me sentia um herói: Hackeei a morte (mas sei que ela vai tentar de novo e vai acabar ganhando).

Superei tudo isso e continuei hackeando… o colégio técnico em eletrônica, o vestibular e finalmente os anos intermináveis da faculdade de engenharia (e quem fez FEI aí sabe bem do que estou falando)…

Não tive “sucesso” como músico, pois minha banda fazia sucesso em nossa cidade na época em que o Jabá já havia se estabelecido e mesmo assim, chegamos a negociar nosso trabalho com uma gravadora multinacional (graças a Deus não deu certo, pois eu me odiaria ser mais um rendido ás gravadoras nos dias de hoje, não passando de um “Hit dos anos 90” na cabeça das pessoas que tinha enchido de dinheiro os bolsos dos outros).

No último ano da faculdade, durante um debate em uma aula de sistemas operacionais, acabei abrindo a boca e falando que “meu sonho era um dia poder contribuir em uma norma internacional de TI”… É claro que virei motivo de piada de toda a turma (incluindo o professor, que incentivava os demais), mas naquela época eu já tinha recebido o apelido de Homembit por conta dos meus feitos na área de eletrônica digital… Hackeei mais esta limitação há pouco tempo, quando me tornei o responsável pela adoção do ODF como norma brasileira e ainda me tornei membro ativo do OASIS ODF TC (comitê internacional que desenvolve o ODF).

Passei muitos anos preso ao sistema e ás limitações técnicas que sempre foram impostas aos desenvolvedores e profissionais de tecnologia no Brasil, mas há alguns anos, conheci o mundo do Software Livre e de novo, hackeei o sistema imposto.

Trabalhei com a Internet desde que ela chegou ao nosso país, e sempre me senti mais do que obrigado a “dar um passo além”, hackeando a mesmice e o conformismo que sempre nos fez ficar de cabeça baixa em nosso tradicional papel de colonizados (digitais ou não)…

Há alguns anos, tive as oportunidades, e só Deus sabe quanto trabalhei para poder hackear todas as outras limitações que me foram impostas. Consegui contribuir para que o ODF fosse realidade no Brasil e na América Latina e para isso, tive até que hackear corações e mentes (que hoje são meus grandes aliados e me ajudam a continuar hackeando mais corações e mentes nesta caminhada). Me sinto muito feliz por ter feito tudo isso.

Quando ainda era criança, li “O Pequeno Príncipe” e nunca me esqueço do “És responsável pelo que cativas”, e penso que hoje poderia hoje ser traduzido como “És responsável pelo que hackeias”…

Como muitos que conheço, depois de ter passado por tudo isso e vivido mais de 35 anos hackeando tudo e todos, sou obrigado a ver hoje um monte de gente (e organizações) mal intencionadas gastarem milhões de dólares num esforço mundial para alertar a todo o mundo que “Hackers são do mal” !

Akenathon hackeou o politeísmo propondo o monoteísmo, Galileu hackeou a teoria predominante de que a Terra era o centro do Universo mostrando o papel do Sol em nosso sistema, o Marquês de Sade hackeou a sexualidade na comunicação, Charles Darwing hackeou a teoria da evolução da humanidade, os Inconfidentes Mineiros hackearam o império português, Zumbi dos Palmares hackeou a escravidão no Brasil, Eistein hackeou Sir Isaac Nilton, Vinton Cerf (e centenas de outros) hackearam o mundo das telecomunicações criando a Internet e Tim Berners Lee (e milhares de outros) hackearam a Internet criando a Web e Richard Stallman (e milhões de outros) hackearam o mundo do software criando o que temos, usamos e dependemos (gostando ou não) hoje ! (maldidos hackers que construíram e moldaram o mundo em que vivemos… para não citar inúmeros outros exemplos)

Sim… Sou um Hacker, me orgulho muito disso e me ofendo muito quando vejo a mídia usar o que sou para identificar os CRACKERS, que sempre trabalharam contra o sistema.

Sinto esta raiva aumentar ainda mais, quando vejo estes mesmos CRACKERS vestindo terno e gravata, ocupando tribunas de senados no mundo todo, lutando contra o compartilhamento, a difusão do conhecimento e a criação de um novo paradigma social.

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21 comentários para “Sou um hacker e me orgulho muito disso !”

  1.   Sergio Amadeu disse:

    Sensacional. Hackers são os construtores da Internet. Hackear é um dos principais princípios da criatividade!

  2.   Marcelo Minholi disse:

    Como diria Eric Raymond: “… ser capaz de quebrar segurança não faz de você um hacker mais do que ser capaz de fazer ligação direta em um carro faz de você um engenheiro automotivo …”

  3.   Rafael disse:

    Que a mídia ignora a realidade do conhecimento e mantém ignorantes não é novidade.
    Mas os ver chamando crackers de piratas da web ou hackers me dá voltade de dar um tapa na cara do William Bonner sim.

  4.   tarsis azevedo disse:

    Parabens! E viva os Hackers!

  5.   Angelo Roger Verre disse:

    - É por esse e outros motivos, que me sinto honrado em ser vocalista de uma Banda, na qual Tú és “O BATERA”. E depois da leitura, descobri que sou um pouquinho de hacker também!

    - Abraços meu velho Amigo!

  6.   Claudio Penasio Jr. disse:

    Parabéns Jomar! Para os que querem confundir, não há limite para mentir.

  7.   Kleber disse:

    Quando eu era uma criança de dois anos de idade eu tive meningite e na época não existia cura.
    Ao ler o seu relato sobre a sua saúde eu vi q não fui o único a enganar a morte, ou como vc diz “hackear” a morte.
    Não o conheço e muito provavelmente nunca irei conhecer, mas gostaria apenas q vc soubesse q torço para q todas as pessoas consigam “hackear” a morte o maior número de vezes.

  8.   Rodrigo Cacilhas disse:

    Está comentado, reblogado e divulgado!

    http://montegasppa.blogspot.com/2009/11/hacker.html

    []’s
    Cacilhas, La Batalema

  9.   Fa disse:

    Oi Jomar

    Escrevi isso há cerca de um ano, falando sobre uma outra notícia, também veiculada pela imprensa:

    “Aparentemente, os jornalistas não conhecem as definições de hacker e cracker e os confundem.

    Acho que muita gente pensa assim, inclusive já ouvi a expressão “hacker do mal”.

    Entretanto uma simples consulta à wikipedia, ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker ) resolve o problema:

    “Originalmente, e para certos programadores, são hackers (singular: hacker) indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.
    Originário do inglês, o termo é comumente utilizado no português sem modificação. Os Hackers utilizam toda a sua inteligência para melhorar softwares de forma legal. Os hackers geralmente são pessoas com alta capacidade mental e com pouca atividade social. Eles geralmente são de classe média e alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hacker serem usuários avançados de Software Livre como o Linux. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada Cracker e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.”

    Só posso concluir que o grande desconhecimento dos profissionais de imprensa é preocupante. Mas, pior ainda é a falta de um esforço mínimo, como consultar dicionários e enciclopédias, mesmo que gratuitamente e facilmente, na Internet para garantir a qualidade da informação.

    Dá até pra pensar se é ignorância, falta de profissionalismo, ou se é intencional, não é mesmo?

    Afinal, qualidade interessa para manter/ aumentar a audiência?

    Aparentemente, colocar culpas em alguém, seja quem for e como for, dá mais resultado.
    _________
    PS: Acessei a Wikipedia agora e vi que a definição já está com texto bem maior e diferente do citado acima, que foi copiado no final de 2008 – Hackearam o artigo! :)

  10.   Paulo Pina disse:

    Plac,plac,plac,plac! o/

  11.   José Gomes Júnior disse:

    Muito bom o texto e sua história. Parabéns por tudo, com certeza és inspiração para muitos.

  12.   LordQuest disse:

    É bom ver pessoa q se importa com o verdadeiro significado das palavras, mais acredito q nem todas as pessoas tem cultura para saber diferença do significado sibernetico nossa liguagem é alem de muitos conhecedores sem nosso conhecimento tudo isso e lata velha não funciona e uma PEÇA PAR PARA ORNAMENTO, fiq com deus meu querido….. se precisar é so chegar…..
    Felicidades….

  13. plac, plac, plac! Sensacional, emocionante :)
    E adorei a frase do Raymond, que o Marcelo Minholi citou, boa mesmo.

    O engraçado no post é que em alguns pontos, pude me ver haha
    Quando eu tinha uns 8 anos, eu escrevia coisas e dizia que Lecram era o responsavel. Nao passava do meu nome ao contrario.
    Recordo que boa parte dos meus amigos de escola nessa epoca, começaram a brincar com seus nomes kkk Havia hackeado todos. Eu tinha uma botnet haha

    Bem, parabens, o post foi fantastico.

  14.   Anônimo disse:

    lammer

  15.   Jomar Silva disse:

    Galera,

    Obrigado pelos comentários e pelo visto, temos um anônimo por aqui também.

    Já que eu sou um lammer, vamos ver se os outros amigos daqui conseguem descobrir mais alguma coisa sobre o colega anônimo, conectado á Internet via DSL da Telefônica (vulgo Speedy), usando o IP 189.68.210.32, aparentemente da Rua Cel. Morais no Pari em São Paulo (ele está com as portas padrão fechadas e eu, sem tempo para perder com isso… há se fosse há uns anos atrás :) ).

    Abs,

    Jomar

  16.   Filipo Tardim disse:

    Deu até medo agora, rsrs. O cara sabe tudo.
    Brilhante texto, Jomar!

  17.   Glauco Vinicius disse:

    Parabéns pelo texto!

    Hacking the world! =D

  18.   Marcelo Massao disse:

    Excelente texto e acima de tudo um ótimo testemunho de como podemos canalizar todas as nossas potencialidades para a construção de um mundo que acreditamos ser o melhor (sobretudo para as gerações futuras).
    Parabéns e força sempre !

  19.   Marcelo Borborema disse:

    SENSACIONAL O TEXTO!!!!

    Vamos continuar hackeando o mundo…. eu vou hackeando com minhas fotografias tentando mudar os padrões e regras clássicas….

    Parabéns!!!

  20.   nj3rb4d3n disse:

    Excelente texto!

Trackbacks & Pingbacks

  1. piano score:

    piano score…

    Megacool Blog indeed!… if anyone else has anything it would be much appreciated. Great website Enjoy!…

    --3 de dezembro de 2009 @ 5:10

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